Provocações...
Só me fazem obter mais certeza e individualidade do que tenho como conceito de vida é singular e plausível...
Filhos não são pedaços retirados dos pais são frutos novos e contemporâneos a serem moldados da melhor forma possível ciente do mundo, de aonde veio e pra onde vai, e o tal destino planejado, fim, como dedução de uma predestinação...
Irreverências só me admiram, cada um na sua personalidade sem plágios e más conceituações. Aceito e respeito cada estilo desde que não me ferem e nem hostilizem.
Não me iguale a um perfil sem admirar minha essência, não me imite sem saber pra que venho e pra que luto, não concorde comigo pra me satisfazer (não me satisfaço com cúpulas e nem acordos patéticos mal estipulados).
Provoque mais esteja ciente de que o jogo será mais fácil e previsível.
Insinuações...
Só faz esclarecer e comprovar um jogo frágil e fútil sem qualquer fundamento admissível. Premeditados e sem emoção que não requer nenhum conteúdo aceitável a uma opinião robusta e completa de valores morais e espirituais.
Olhares...
São os que me fazem distinguir seres que pensam de seres que ocupa espaço, daqueles que não apenas olham e sim notem um olhar, que diferenciem daqueles que simplesmente olham pra saber para onde vão e sim aqueles que olham pra sentir saudade de onde vieram.
Dizeres...
Quem muita fala nada pensa dizendo tudo, de que provem uma satisfação absurda e imatura, e apenas repeli e não absorve o que lhe é conveniente e muito menos avalia e pondera o que deve ser dito.
Aromas...
Encantam-me, me fazem sentir eternas saudades de uma infância ingênua... Saudades de momentos tão excêntricos, significativos, passageiros que só constrói, alimentam e condecoram uma vida toda de símbolos e codificações somente pra quem sabe deixar SAUDADES e sentir, tendo prazer de relembrar engrandecer com essa recordação.
Cortesias...
A primeira imagem é a que fica sempre, Agrados têm gostos e deixam eternas lembranças de bem estar, infelizmente é pra poucos gozarem da naturalidade de serem CORTESES de fazer bem a alguém sem manipular agindo com um prazer monótono e supérfluo de prazeres instantâneos e ilógicos...
Que nenhum de meus encantos seja usado contra mim ou com intuito de me seduzir, pra tudo que penso e tenho como prazer na minha vida é anexo a seu antídoto e não contém exageros, totalmente prudente sem qualquer absurdo, pois tudo até a própria existência se vai e daqui nada permanece a não ser as MEMORIAS de PROVOCAR uma grande alegria, INCINUAR em ser admirável, OLHAR reavaliando integralmente, raciocinar e desenvolver, DIZER bem e em bom tom, onde fragilidade seja por ser ingênua e não por ser ignorante, Vivenciar e se atrair por aromas que vão e retornam a todo o momento, tornando tudo tão singelo e único como estar pulsando e encantar pelo que nós damos ao mundo não o que ele nos lesa, CORTES, algo que se torna mutuo automaticamente na medida da paciência e controle da intolerância.
É sempre facíl imaginar oque dizer,e previsiveis as recepições, mais vale as diversas visões e varios riscos que se tem a se concentrar em uma única vida que se tem ...
segunda-feira, julho 12
DEFEITOS
Muitos me perguntam o porquê do olhar repleto de mistérios, as falas tão seletivas, o comportamento tão esquivo, as atitudes soberbas e as escolhas tão atípicas.
Pra o que dizem EU ser uma menina tão cheia de LUZ e continuar sendo, necessito inteirar e estudar o que dizem não ser conveniente...
O que é esplêndido e atraente não significa pra mim QUALIDADES, não necessariamente, e sim um teor de camuflagem, simulação de padrão fajuto de sociedade...
DEFEITOS são mais coerentes salientar por simplesmente uma ação única, qualidades são as mesmas as quais todos confrangedores busca pra si, defeitos evidenciem da má idealização de ser considerado...
O meu defeito de um óbvio que aceito, deve de ter mais suponho, mais o que mais arrisco e procuro um entendimento maior em dissolvê-lo e usá-lo pra um benefício profissional e pessoal é:
Intolerante
“E reflito sempre que sinto pretensão em precipitar, dizendo mentalmente, Esses agem por desconhecimento (ingênuos) e não por imprudência”.
Podia ser distraída e escapar de analisar esses comportamentos inequívocos, mais são de uma LUZ QUE ME CEGA.
Podia me alcoolizar e ser alegre instantaneamente só pra não ter mais noção do que é aborrecer. Não me é cabível sair do controle de um próprio ideal particular, não só ocupo espaço, faço acontecer valendo à pena tudo em que nesse consumo fui condicionada.
Podia ser vassala e aceitar em ser predestinada imaginando que pra ser feliz não venha depender de mim literalmente, e sim do que me oferece e submissa aceito.
Incisiva, usando as próprias distorções como encantos do meu personagem, invariável e imutável sustentando, pelo simples fato de coexistir e debater com as próprias razões.
Autoconfiante, não confunda com prepotência, absolutamente são fatos de originalidade e não flashes, por ter disposições de sustentar toda a qualquer transformação, compreendendo interiormente e assim acatando as diferenças com serenidade.
Pra o que dizem EU ser uma menina tão cheia de LUZ e continuar sendo, necessito inteirar e estudar o que dizem não ser conveniente...
O que é esplêndido e atraente não significa pra mim QUALIDADES, não necessariamente, e sim um teor de camuflagem, simulação de padrão fajuto de sociedade...
DEFEITOS são mais coerentes salientar por simplesmente uma ação única, qualidades são as mesmas as quais todos confrangedores busca pra si, defeitos evidenciem da má idealização de ser considerado...
O meu defeito de um óbvio que aceito, deve de ter mais suponho, mais o que mais arrisco e procuro um entendimento maior em dissolvê-lo e usá-lo pra um benefício profissional e pessoal é:
Intolerante
“E reflito sempre que sinto pretensão em precipitar, dizendo mentalmente, Esses agem por desconhecimento (ingênuos) e não por imprudência”.
Podia ser distraída e escapar de analisar esses comportamentos inequívocos, mais são de uma LUZ QUE ME CEGA.
Podia me alcoolizar e ser alegre instantaneamente só pra não ter mais noção do que é aborrecer. Não me é cabível sair do controle de um próprio ideal particular, não só ocupo espaço, faço acontecer valendo à pena tudo em que nesse consumo fui condicionada.
Podia ser vassala e aceitar em ser predestinada imaginando que pra ser feliz não venha depender de mim literalmente, e sim do que me oferece e submissa aceito.
Incisiva, usando as próprias distorções como encantos do meu personagem, invariável e imutável sustentando, pelo simples fato de coexistir e debater com as próprias razões.
Autoconfiante, não confunda com prepotência, absolutamente são fatos de originalidade e não flashes, por ter disposições de sustentar toda a qualquer transformação, compreendendo interiormente e assim acatando as diferenças com serenidade.
Forças...
Forças pra resistir e enfrentar como instinto de um corpo insolente.
Braços pra agir sem raciocinar apenado por sobrevivência.
Controles pra retrair - se e se calar defronte de uma imoralidade.
Tolerar na medida do impossível mesmo que a paciência não exista mais, procurando visionar a acatar motivos de que nos levaram a tais situações.
Criar e obstruir-se das deveras maneiras de estar viva pra que tal sobrevivência seja de total nocividade... Jamais e absurdamente “DEIXAR A VIDA ME LEVAR” com receio de VAGAR entre desejos de existência de outros.
Assimilar e diversas formas de MENTE que MENTEM, pra induzir ou pra se nutrir-se de uma vida sem a qualquer ação de pensar e concluir um raciocínio.
Correr quando ameaçar gritar atribuindo inconseqüentemente a própria desmoralização. Ainda as pernas cansadas almejam caminhar quando convém uma conversa agradável que tenhas saudades, por que nunca a tivera.
Pensar em toda uma vida e com ela devidamente delineada, sendo assim a sua maior apologia de somente sonhar, devaneios apostos e implores pra entornar e vivenciar.
Procurando lutar sem desanimar sempre com razão, usando de argumentos simplórios e de visão inteiramente critica e obscura (procuro ver beleza não naquilo que me invoque e alicie minhas atitudes isso são ilusões não genialidade de apreciar algo realmente admirável).
Personalizar o olhar de uma originalidade assídua somente ela a satisfará (Mesmo que o torne adventício, curioso e estranho mais é disso que o faz único pra mim, retornando de uma idealidade que o engrandece).
Capricharem nos próprios dizeres, deles lembrarei cautelosamente e os retornarei se fizeres bem, sendo real e recíproco dispensando leviandade...
Forças ocultas completando a essência de justificar e aclarar a própria perversidade mediante a energia da mesma mente obstinada a virtudes sutis.
Carina Araujo .
Braços pra agir sem raciocinar apenado por sobrevivência.
Controles pra retrair - se e se calar defronte de uma imoralidade.
Tolerar na medida do impossível mesmo que a paciência não exista mais, procurando visionar a acatar motivos de que nos levaram a tais situações.
Criar e obstruir-se das deveras maneiras de estar viva pra que tal sobrevivência seja de total nocividade... Jamais e absurdamente “DEIXAR A VIDA ME LEVAR” com receio de VAGAR entre desejos de existência de outros.
Assimilar e diversas formas de MENTE que MENTEM, pra induzir ou pra se nutrir-se de uma vida sem a qualquer ação de pensar e concluir um raciocínio.
Correr quando ameaçar gritar atribuindo inconseqüentemente a própria desmoralização. Ainda as pernas cansadas almejam caminhar quando convém uma conversa agradável que tenhas saudades, por que nunca a tivera.
Pensar em toda uma vida e com ela devidamente delineada, sendo assim a sua maior apologia de somente sonhar, devaneios apostos e implores pra entornar e vivenciar.
Procurando lutar sem desanimar sempre com razão, usando de argumentos simplórios e de visão inteiramente critica e obscura (procuro ver beleza não naquilo que me invoque e alicie minhas atitudes isso são ilusões não genialidade de apreciar algo realmente admirável).
Personalizar o olhar de uma originalidade assídua somente ela a satisfará (Mesmo que o torne adventício, curioso e estranho mais é disso que o faz único pra mim, retornando de uma idealidade que o engrandece).
Capricharem nos próprios dizeres, deles lembrarei cautelosamente e os retornarei se fizeres bem, sendo real e recíproco dispensando leviandade...
Forças ocultas completando a essência de justificar e aclarar a própria perversidade mediante a energia da mesma mente obstinada a virtudes sutis.
Carina Araujo .
sexta-feira, junho 4
Fenix
Eu?
Opiniões que se direcionam a mim me estimulam a real força que tenho ou fraqueza existente.
Tenho total encanto por tais acontecimentos que direcionei que estimulei certas personalidades, e presenciei temores que me ajudaram a refletir e aguçar o próprio olhar e palavras como amparo e autocontrole de uma originalidade que absorve da mesma maneira que repeli.
Que aceita e visualiza da mesma forma que contesta.
Que briga e gesticula no mesmo estilo que aconselha e apóia.
Que anda e pondera os próprios passos como parte de UM todo.
Que analisa os próprios direitos e deveres e se da o espaço dos mesmos ao demais.
Se entrega sim sendo Real e Recíproco
E sempre cautelosa, minuciosa pra ao se arrepender saber verdadeiramente o que me satisfaz pra não culpar outra alma desorientada das próprias culpas de estar viva.
Satisfaço-me do conhecimento de tudo que me queixo de todas as lições e me asseguro da obscuridade, estando avisada de todas as possibilidades isso sim é CONHECIMENTO. E gozo daqueles que se tem o conhecimento como aquilo que venha moldar sem consentirem por toda a história como se o mundo só existe e movesse, apenas com o seu próprio QUERER.
Sou o que quiserem que eu seja e o que sou exige um pouco de paciência (poucos ou quase nada) Idolatro os jogos perversos quem joga muito falha e quem falha demonstra as fraquezas por muito pouco. Eu apenas OBSERVO e tiro o conveniente conceito sem narrações absurdas...
OBSCURA, não apenas prezo a minha existência de uma maneira que só é preferido por mim e por aqueles que admiram e tem o bom senso da adequada FELICIDADE e não do instante de estar BEM-AVENTURADO.
quinta-feira, maio 27
Carina Mel (Sempre)
Sempre precariamente falei, por que sempre foi obvia as respostas e não me desgastaria por tão pouco.
Sempre gesticulei o caminho a ser seguido e as conseqüências a serem administradas.
Sempre me torturei pelo fato de estar viva e de ter a essência e satisfação de valer a pena VIVER.
Sempre e até então organizo na mediada do impossível os passos e as atitudes irrevogáveis a mim destinadas.
Sempre e com a maior satisfação me arrisquei pra temer, pensei pra proferir, chorei pra ter a certeza de que falhei ou falharam comigo, desisti tendo a certeza de que não havia fundamento algum, esperei pacientemente até que me despertassem a intolerância...
Sempre confiante e não prepotente, esquivando das ignorâncias, absorvendo o Maximo de conteúdo cabível a minha personalidade seleta.
Aparentemente fraca e sem o próprio desejo...
Frágil, e não disposta a ser corrompida, pra contribuir pra realizações dos desejos alheios sem que haja o devido consentimento dos meus.
Posso aparentar nenhum conteúdo e pouca LUZ.
Só eu sei das FIBRAS que me constituem e das historias entrelaçadas casualmente e que conseqüentemente permaneceram.
SEGURA das metamorfoses e ciente de que os grandes registros houve transformações e que benéficas ou não, se definiram e se direcionaram a uma lembrança arrebatadora.
Possuidora de valores e PERSONALIDADE, no entanto contestada...
Posso ser, talvez, por um segundo de uma opinião mal estipulada de que eu me comporte levianamente como uma ADOLESCENTE.
Opiniões não me fazem progredir, julgamentos me extinga, Silêncio me ADMIRA.
EU sempre, cultuando do DIVINO (A) ao profano, mas além das más e inábeis mentes cultuo e personalizo o meu próprio conhecimento.
Não sou INTROSPECTIVA e sim benfeitora de mim mesma...
sábado, abril 17
Sentir- se amada...
O cara diz que te ama então tá. Ele te ama.
Sua mulher diz que te ama então assunto encerrado.
Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se.
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa:
Se o cara beija, transa e diz que me ama, tenha a santa paciência, vou querer que ele faça pacto de sangue também?
Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d' água.
"Lembra que quando eu passei por isso você disse que eu estava dramatizando?
Então, chegou sua vez de simplificar as coisas. Vem aqui, tira este sapato".
Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro.
Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido.Tudo pode ser dito e compreendido.
Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo.
Sente-se amado quem não ofega, mas suspira;
Quem não concorda, mas escuta.
Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo.
Texto: Martha Medeiros
Proograma: Ana Maria Braga
12/04/2010
quinta-feira, abril 15
Ironia ou conseqüência da vida?
Como satisfazer a existência se a própria alma assente ávida de toda uma história.
Posso ser tatuada por símbolos que só diz respeito a mim e sim advogar por mentes diversas.
Posso querer acalmar minha alma com um RAVE METAL se por motivos ele silencie o meu interior.
Posso dirigir em alta velocidade e desejar caminhar lentamente desde que esse caminho me leve a um destino que não seja evasivo.
Posso sim ter paciência e esperar minha hora, mesmo tendo ciência de que minha hora é agora... E receio de à hora chegar e nada a esquadrinhar.
Posso-me embriagar de café e desejar tomar uma dose de absinto.
Posso preferir inalar um incenso de OLIBANO e talvez por descendência tragar um cigarro.
Posso não dizer nada e de meu andar e olhares dizer tudo.
Posso não ter prazer algum em comer e por distração devorar um BRIGADEIRO DE PANELA.
Posso ter residência e um sobrenome e acatar a minha alma em ser uma cigana.
Posso aceitar as formas de AMAR e querer esvair do próprio estado residente, pra ter do meu melhor jeito de dizer que AMOO.
Posso adorar pircing e desejar atribuir alguns só pra sentir um pouco mais VIVA e talvez no fim de tudo desejar não levar nada desse mundo.
Posso detestar brigas mais sei defender com categoria e gesticular minha opinião sem se quer perder a razão.
Posso desejar tudo e estar em meio ao nada de que realmente desejo.
Posso ser ou talvez eu SEJA um pouco de tudo e o necessário pra estar bem ou tentando.
Posso no momento não definir nada fisicamente e mentalmente alinhar e representar a relação de empréstimo e herança inexistente.
Posso, no entanto, sentir saudades do que não me acontecera e nem se quer lembrar o que indesejavelmente me aconteceu.
Posso dizer “Eu te amo” mais realmente representar tais termos de amar algo ou alguém é de minha total exclusividade sem penalidade e dose certa de compaixão.
Se a mim é possível tantos caminhos e nenhuma decisão, conclusões irrealizadas e ainda sim estar intacta, posso atribuir diversas passagens e ainda estar com a mente em introspecção absorvendo o indispensável a um sentido e as relevâncias de uma vida.
Posso ser Psiquiatra altamente qualificada e ter uma alma de um Hippie.Posso ser tatuada por símbolos que só diz respeito a mim e sim advogar por mentes diversas.
Posso querer acalmar minha alma com um RAVE METAL se por motivos ele silencie o meu interior.
Posso dirigir em alta velocidade e desejar caminhar lentamente desde que esse caminho me leve a um destino que não seja evasivo.
Posso sim ter paciência e esperar minha hora, mesmo tendo ciência de que minha hora é agora... E receio de à hora chegar e nada a esquadrinhar.
Posso-me embriagar de café e desejar tomar uma dose de absinto.
Posso preferir inalar um incenso de OLIBANO e talvez por descendência tragar um cigarro.
Posso não dizer nada e de meu andar e olhares dizer tudo.
Posso não ter prazer algum em comer e por distração devorar um BRIGADEIRO DE PANELA.
Posso ter residência e um sobrenome e acatar a minha alma em ser uma cigana.
Posso aceitar as formas de AMAR e querer esvair do próprio estado residente, pra ter do meu melhor jeito de dizer que AMOO.
Posso adorar pircing e desejar atribuir alguns só pra sentir um pouco mais VIVA e talvez no fim de tudo desejar não levar nada desse mundo.
Posso detestar brigas mais sei defender com categoria e gesticular minha opinião sem se quer perder a razão.
Posso desejar tudo e estar em meio ao nada de que realmente desejo.
Posso ser ou talvez eu SEJA um pouco de tudo e o necessário pra estar bem ou tentando.
Posso no momento não definir nada fisicamente e mentalmente alinhar e representar a relação de empréstimo e herança inexistente.
Posso, no entanto, sentir saudades do que não me acontecera e nem se quer lembrar o que indesejavelmente me aconteceu.
Posso dizer “Eu te amo” mais realmente representar tais termos de amar algo ou alguém é de minha total exclusividade sem penalidade e dose certa de compaixão.
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